Aos 26 anos, Mariane Lopes, estreia na próxima 6ª.feira (4.abril.25) como diretora de cinema com o documentário Ìlê Asè Efunsola Ajàgúnà, retratando a rotina e personalidades de sua Casa de Santo localizada no bairro Seminário em Campo Grande (MS).
O filme, segundo a diretora, é oriundo de materiais que não entraram em um vídeo receita evocativo religioso, enviado à Fundação Palmares, no edital Sabores e Saberes.
Com 21 minutos, o filme explora a essência de uma casa de Candomblé, focando na convivência comunitária e no forte sentimento de pertencimento, vistos pelo olhar de uma filha.
Conforme a diretora, o filme destaca o "aquilombamento" e os momentos cotidianos que tornam as famílias de axé únicas, mas também universais.

Ao abordar conversas simples, como sobre a fruta do mercado, o filme questiona estereótipos e o racismo religioso, mostrando que, na diversidade do Candomblé, há espaço para espiritualidade, afeto e a rotina das práticas fundamentais.
Em entrevista no Estudozim do TeatrineTV, Mariane falou sobre sua trajetória autodidata, além de revelar detalhes de como a produção foi realizada, e os desafios sociais de integrar uma religião alvo de preconceitos. Assista no topo!
O filme será exibido a partir das 18h da próxima 6ª.feira (4.abril), no Museu da Imagem e do Som (MIS), em Campo Grande (MS), integrando a programação do Pantanal Film Fest.
SERVIÇO
O que: Exibição do documental 'Ìlê Asè Efunsola Ajàgúnà'.
Quando: 18h, em 4 de abril de 2025.
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS), Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, 3º andar, Campo Grande.
Entrada: Gratuita.
Por quê: O filme integra a programação do Pantanal Film Fest, no contexto do Campão Cultural.